quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Recebi por email: Direto ao Ponto

Atacar primeiro não é para amadores
Tomar a iniciativa e partir para o ataque num debate eleitoral não é para amadores, ensinou outra vez o duelo transmitido pela Band. Candidata de primeira viagem, espantosamente desarticulada, desprovida de raciocínio ágil, sem vestígios de carisma, Dilma Rousseff desencadeou a ofensiva já na primeira pergunta a José Serra. Levou o troco mas foi em frente. Nas duas horas seguintes, sempre na fronteira do chilique, a veia da pálpebra esquerda latejante de cólera, sobrancelhas em arco de normalista contrariada, tentou combater simultaneamente o português, a lógica e os fatos — além do adversário experiente e tranquilo. Fracassou espetacularmente.
Abalroada por contragolpes sucessivos, levada às cordas por alusões ao bando de Erenice Guerra e ao descompromisso com a coerência, Dilma voltou a “comprimentar” meio mundo, evocou duas vezes uma mesa atulhada de árabes e judeus, conjugou a cada dois minutos o verbo tergiversar, embaralhou temas distintos ao perguntar ou responder, frequentemente não conseguiu dizer coisa com coisa, declarou-se indignada com o que até agora não passava de “factoide”, injuriou a mulher do oponente, fez tudo o que não devia. Depois de 120 minutos de agressividade e grosserias, queixou-se do baixo nível da campanha.
Dilma não aprendeu a atacar nem sabe defender-se. Nitidamente superior em todos os quesitos, nem por isso Serra foi brilhante. Pode melhorar muito. Pode ser bem mais contundente. A arrogância da oponente o autoriza a ser menos gentil. Deve expor com crueza alguns itens do vasto prontuário. Precisa entender que os brasileiros desinformados estão prontos para aprender que as privatizações modernizaram o país. Mas o essencial é que começou a percorrer o caminho correto.
Aparentemente, Serra preferiu transformar o primeiro debate do segundo turno como laboratório para aperfeiçoar a estratégia e a tática que adotará nos próximos. Além de confirmar que Dilma é a adversária que todo candidato pede a Deus, o confronto na Band mostrou que o eleitorado terá de escolher entre um administrador competente e uma gerente debutante. Em pouco tempo estará consolidada a certeza de que disputam o segundo turno um político com currículo respeitável e uma novata que oculta a folha corrida.
Cumpre a Serra deixar claro que, entre os dois candidatos à Presidência da República, só um pode garantir que não vai desonrar o cargo.
 
AUGUSTO NUNES

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Até que enfim é sexta....

Não aguento mais...
Oooo semaninha d.i.f.i.c.i.l esta, viu.
Posso considera-la como A Semana mensal da ignorancia, da falta de educação e da arrogância.
Fico pensando qual o motivo de uma pessoa que come e caga (desculpem-me pela expressão) como qualquer outra, pode se achar mais ou melhor que outra?
Não sei se concordam comigo, mas todos vamos para o mesmo lugar, vamos ser aprodecer, decompor e virar pó!!!
Fico muito pdc com essas pessoas que destratam outras por serem uma "mera secretariazinha de merda"... Heeelloooo... Vcs dependem dessas "secretáriazinhas de merda"... Sem nós, essas "mocinhas insignificantes" vcs não teriam acesso ao médico (a) para tratar sua enfermidade... E nem vem com o papo de que "vc tem que entender pois ele está doente e cheio de problemas"... EU TB TENHO PROBLEMAS, mas nunca esqueci da educação que a minha mãe me deu. E mto menos desconto nas pessoas erradas... Tá com problema RESOLVA-OS e não desconte em quem não tem nada com o assunto.




Desabafo a parte, gostaria de desejar a todos os meus (poucos) leitores um ótimo final de semana prolongado... (É, vou ter um fds maior! Uhuuullll )
Que o "cara lá de cima" proteja a todos e que traga a cada um mais um montão de sucesso e felicidade.
Todos aqui na quarta, ok????

Beijo enorme

“Nada lhe posso dar que já não existam em você mesmo.
Não posso abrir-lhe outro mundo de imagens, além daquele que há em sua própria alma.
Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave.
Eu o ajudarei a tornar visível o seu próprio mundo, e isso é tudo.
(Hermann Hesse)”

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

ARTIGO: Saúde Mental

É comum observar as pessoas sendo avaliadas por meio de suas formas de agir em relação ao mundo. Contudo, raramente, são identificadas as relações entre o que a pessoa faz e o meio em que faz. Em geral, é dada atenção a apenas um elo em uma cadeia de eventos. As pessoas comumente são identificadas por parte de seus comportamentos, em especial relacionados a aspectos de ‘humor’: depressiva, agressiva, ansiosa. A pessoa adjetivada deixa de ser sujeito e torna-se apenas uma caricatura, um transtorno. ‘Adjetivar’ ou ‘rotular’ pode decorrer em julgamentos morais sobre o que aquela pessoa faz em relação a si ou a outras pessoas, culpabilizando a vítima.

Implementar um modelo asilar foi a escolha dos detentores do poder para os problemas que as pessoas ‘doentes’ poderiam causar na sociedade. A pessoa deixava de ter direitos e deveres de cidadão, tornava-se apenas ‘louco’, com uma causa interna qualquer. Implantados por todo mundo, os hospitais psiquiátricos se expandiam e, curiosamente, as ‘melhorias’ declaradas em função desse ‘tratamento’ não possibilitavam o retorno da pessoa a sua comunidade. Os ‘doentes’ tinham pouco benefício do sistema asilar pois, se o problema era caracterizado pelo julgamento social, na relação com outras pessoas, o isolamento não seria a melhor condição de aprendizado de autonomia ou outro aspecto necessário à vida em sociedade.

Felizmente muitos foram os que mobilizaram a sociedade para a mudança no sistema asilar. O Estado tem financiado novas formas de trabalho com as pessoas que apresentem problemas psicológicos em algum momento de suas vidas, de modo que os ‘usuários’ não enfraqueçam seus ‘laços’ com a família e o restante da comunidade onde residem. Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) foram criados para que a melhora nas condições de saúde das pessoas ocorra na própria comunidade onde elas vivem. O objetivo é louvável, mas muito ainda precisa ser feito para que ele se concretize.

No domingo, será comemorado o Dia Mundial da Saúde Mental’ A data serve para lembrar que o processo de mudança na atenção em saúde é constante. Seja no serviço público ou particular, os profissionais devem identificar se suas ações os torna menos parte do problema e mais da solução.

Por: CARLOS LEONARDO ROHRBACHER
Psicólogo no Ambulatório de Saúde Mental Infanto-Juvenil
Jornal A Notícia

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pq eu adoro Distorção!!!

Aí a briga começou....

Minha esposa e eu estávamos sentados numa mesa na minha reunião de colegial, e eu fiquei olhando para uma moça bêbada que balançava seu drinque enquanto estava sozinha numa mesa próxima.
Minha esposa perguntou:
- Você a conhece?
- Sim, disse eu, Ela é minha antiga namorada...Eu sei que ela começou a beber logo depois que nos separamos há tantos anos, e pelo que sei ela nunca mais ficou sóbria.
- Meu Deus!, disse minha esposa, quem pensaria que uma pessoa poderia ficar celebrando por tanto tempo?
Aí a briga começou....
 

terça-feira, 5 de outubro de 2010



You know that I could use somebody

Someone like you, and all you know, and how you speak
Countless lovers under cover of the street

You know that I could use somebody
Someone like you
(...)
I've been roaming around,
Always looking down at all I see


segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Quer???? rs


“O absurdo entregou o homem à desumanidade.
Combater o absurdo, em todas as suas formas e em todas as suas frentes,
mais do que um dever, é uma reafirmação da nossa humanidade”.
François Mauriac

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

STF derruba exigência de dois documentos para votar

Por: Laryssa Borges (Direto de Brasília )
Por oito votos a dois, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou nesta quinta-feira (30) a dupla exigência de apresentação do título de eleitor e de outro documento oficial com foto para que o eleitor possa votar no pleito de outubro. Apenas os ministros Gilmar Mendes e Cezar Peluso se manifestaram em favor da cobrança dos dois documentos de identificação por considerarem que essa obrigatoriedade não representaria afronta à Constituição.
Pelo entendimento vencedor, cada eleitor poderá votar ainda que não estiver portando o título, mas precisa apresentar um documento de identificação oficial com foto para ter direito a depositar seus votos na urna eletrônica.
Em uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI), o Partido dos Trabalhadores (PT), ao questionar a necessidade de exigir do eleitor um documento com foto além do título eleitoral, argumentou que a obrigatoriedade de dupla documentação representava "cerceamento legal ao direito político do cidadão" e "burocracia desnecessária no momento da votação", violando o princípio constitucional da universalidade do sufrágio.
A estratégia dos petistas se baseia no fato de que a candidata do partido à presidência da República, Dilma Rousseff, tem forte preferência do eleitorado de mais baixa renda, que poderia não ter os dois documentos para votar e eventualmente representariam maior índice de abstenção no pleito.
Relatora do caso, a ministra Ellen Gracie defendeu no primeiro dia de julgamento, nesta quarta-feira (29), que o eleitor não poderia ser barrado por não portar os dois documentos na hora da votação. "A apresentação do título não oferece qualquer garantia de lisura ao processo eleitoral. Estou convicta que a norma jurídica contestada (...) estabeleceu na verdade a obrigatoriedade de um documento oficial de identificação com foto. A presença do titulo eleitoral, a praxe, não é tão indispensável quanto a identificação com fotografia", afirmou a ministra, que teve a tese seguida por outros sete colegas de Plenário.
"É dentro da perspectiva da extensão da teoria do desvio de poder que o Estado não dispõe de competência para legislar ilimitadamente, de forma imoderada. O direito ao voto é mais importante do que portar o título naquele momento (do voto)", resumiu o decano do STF, Celso de Mello.
Em sentido contrário, o presidente do STF, Cezar Peluso, criticou a decisão de abolir a dupla exigência de documentação, afirmando que, com essa proposta, a Suprema Corte "acabou de decretar o fim do título eleitoral". "Não encontro ofensa a nenhuma norma constitucional. O título de eleitor é o título jurídico que prova a condição de eleitor, de alguém que está inscrito em uma determinada seção. Não é lembrete de local de votação", disse, observando que exigir os dois documentos não poderia ser considerado "desproporcional, desmedido ou irrazoável".
Também voto vencido, o ministro Gilmar Mendes admitiu que a obrigatoriedade de se portar dois documentos oficiais, sendo um com foto, poderia gerar "inconveniência" e "atrapalhos" aos eleitores, mas disse que isso não significaria violação à Constituição Federal. "Pode ser que tenhamos uma lei que apresente inconvenientes, mas não é per se inconstitucional", salientou Mendes.

Fonte: Terra: Eleições 2010

quinta-feira, 30 de setembro de 2010


"Não tenho tempo para mais nada,
ser feliz me consome muito."
Clarice Lispector


Parabéns!

A minha poderosa madrinha Rita


Muita saúde, sucesso, felicidades, amor, dindin, prosperidade, anos de vida,
alegrias, netos, amores, energia...
Que Papai do Céu continue a iluminar teu dias
fazendo de você uma pessoa cada dia melhor e mais especial.
Dizem que a madrinha é a segunda mãe da gente...
A minha é mãe, tia, amiga e super poderosa...
Mooooorrammm de invejaaaa!!!!
(O aniver foi ontem... Mas só consegui postar hj... =\)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

As mulheres fazem a diferença numa relação


Numa ocasião, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, saiu para jantar com sua esposa, Michelle,  e foram a um restaurante não muito luxuoso, porque queriam fazer algo diferente e sair da rotina. Estando sentados à sua mesa no restaurante, o dono pediu aos guarda-costas para aproximar-se e cumprimentar a primeira dama,  e assim o fez.
Quando o dono do restaurante se afastou, Obama perguntou a Michelle: Qual é o interesse deste homem em te cumprimentar?
Michele respondeu: Acontece, que na minha adolescência, este homem foi muito apaixonado por mim durante muito tempo.
Obama disse então: Ah, quer dizer que se você tivesse se casado com ele, hoje você seria dona deste restaurante?
Michelle respondeu: Não, meu querido, se eu tivesse me casado com ele, hoje ele seria o Presidente dos Estados Unidos.



PS: A verdade é: a capacidade dela não se limita apenas ao fato de ser mulher e sim de ser Michele.

*Recebi por email*

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sábado do Sushi...

Pessoinhaassss do meu coração....
Pra você que gosta de sushi, a comprovação do post do dia 24 de agosto de 2010 foi feita no sábado.... Simplesmente D.E.L.Í.C.I.A.!!!!
Pra quem ainda não conhece as delicias, clica aqui.
Pra vc que conhece e quer provar as declicias da Úrsula, clica aqui e dê uma espiada no blog Sushi de Casa.

Meus pedidos... rs
Sashimi de Salmão

Filadélfia Roll

Califórnia Roll

sexta-feira, 24 de setembro de 2010


“Prometo, que no exercício profissional como tecnólogo, serei fiel aos preceitos da honra e da ciência. Prometo ainda, exercer minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais e éticas, com firmeza e honestidade de propósitos, objetivando o aperfeiçoamento constante para a prosperidade das instituições e a grandeza do homem e da pátria”.
Tecnologia em Gestão Financeira 18/09/2010

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

CONSUMIDOR: Construtora não pode cobrar juros antes da entrega do imóvel

As construtoras que negociam imóveis na planta não podem cobrar juros sobre as parcelas pagas pelo promitente comprador antes da entrega das chaves. Decisão nesse sentido foi tomada pela Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ao julgar recurso com o qual a construtora Queiroz Galvão pretendia desobrigar-se de devolver em dobro os juros pagos por uma cliente, na Paraíba.

A cobrança dos juros antes da entrega do imóvel era prática comum entre as construtoras, mas começou a ser limitada após o surgimento do Código de Defesa do Consumidor, em 1990, o qual considera nulas as cláusulas de contrato tidas por abusivas.

Em 2001, a Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça editou portaria declarando abusiva qualquer cláusula "que estabeleça, no contrato de venda e compra de imóvel, a incidência de juros antes da entrega das chaves". Em 1997, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios firmou com 27 construtoras um termo de ajuste que proibia esses juros.

No caso julgado pela Quarta Turma, a compradora havia sido obrigada em contrato a pagar correção monetária pelo INCC e juros de 1% ao mês sobre as parcelas anteriores ao recebimento do imóvel, a chamada "poupança". Ela entrou na Justiça com pedido de revisão do contrato e devolução em dobro dos valores pagos indevidamente, tendo ganhado em primeira e segunda instâncias. A construtora recorreu ao STJ.

"Não impressiona a alegação de que a construtora capta recursos no mercado financeiro para a construção do empreendimento, pagando juros que devem ser repassados ao comprador do imóvel", afirmou o relator do recurso, ministro Luis Felipe Salomão, ressaltando que "todos os custos da obra - inclusive os decorrentes de financiamento realizado pela construtora - estão embutidos no preço do imóvel oferecido ao público".

Para o relator, a cobrança de juros durante a obra, antes da entrega das chaves, é descabida porque, nesse período, a construtora é quem usa o capital do promitente comprador e este nem sequer tem o gozo do imóvel. "O que há é uma verdadeira antecipação de pagamento, parcial e gradual, pelo comprador, para um imóvel cuja entrega foi contratualmente diferida no tempo", disse o ministro.

Ao proclamar seu voto contra o recurso da construtora, no que foi acompanhado por toda a Turma, o relator concluiu que, "se há aporte de capital, tal se verifica por parte do comprador para com o vendedor, de sorte a beirar situação aberrante a cobrança reversa de juros compensatórios de quem entrega o capital por aquele que o toma de empréstimo".

Jornal Carta Forense, segunda-feira, 20 de setembro de 2010

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Desmoralização... por Marcelo Rubens Paiva

O fenômeno TIRIRICA agora incomoda.
Depois que se revelou que ele está em primeiro na pesquisa Ibope para Deputado Federal de SP, com quase 1 milhão de votos.
Seu lema de campanha é: “Pior que está, não vai ficar.”
No horário eleitoral da TV, ele aparece como se atuasse num quadro do ZORRA TOTAL:
“Minha mãe vai votar em mim, meu pai vai votar em mim, até a minha sogra!”
Em ainda termina com um bordão, típico dos humoristas de plantão:
“É que sou bunitinho.”
Sua popularidade tem cara de voto de protesto.
Como já aconteceu com ENEAS, CLODOVIL e tantos outros.
O problema é que, com isso, ele arrasta 5 ou mais candidatos da sua legenda para o Congresso.
Como por exemplo VALDEMAR COSTA NETO, um dos pivôs do escândalo do Mensalão, que renunciou para não ser cassado, e que no ano passado teve seu nome citado nas investigações Operação Castelo de Areia, que apurou crimes envolvendo executivos do Grupo Camargo Correa.
Acusam TITIRICA de desmoralizar a democracia brasileira.
PAULO SKAF entra com representação contra ele no TSE.
O palhaço tem todo o direito de ser candidato.
Sua campanha segue o seu estilo.
E, além disso, não é o horário eleitoral que por vezes tem a cara do ZORRA TOTAL?
Deve-se perguntar ao 1 milhão de eleitores por que desmoralizam a democracia.
Porque Zé Dirceu acaba de declarar que no Brasil tem liberdade de expressão em excesso?
Porque Collor sobe no mesmo palanque de Lula? Ou porque Maluf, o segundo na pesquisa Ibope para Deputado Federal de SP, só não vai preso por causa da idade?
Porque o ESTADÃO está há mais de 400 dias sob censura?
Censura imposta pelo filho do presidente do Senado?
Presidente que, mesmo depois do escândalo de desvio de dinheiro de seus subalternos, continua presidindo-o?
Ou porque Lula disse, na semana passada, que a denúncia da quebra de sigilo da Receita é desespero de campanha do adversário, e na semana seguinte, ontem, mandou seu ministro, Guido Mantega, regularizar o acesso aos dados da Receita?
Não é TIRIRICA quem desmoraliza a democracia.
Ela já está.
E parte do eleitorado manda sinais claros.
E o PLINIO?
Me perguntam alguns leitores abaixo.
Grande PLINIO. Amigo da minha família, inclusive.
Faz bem para esta campanha.
Um franco-atirador que ironiza o processo político.
Nos faz pensar não pelas propostas, mas pelo kafkianismo que virou esta eleição e o jogo político partidário brasileiro.
O ex-presidente da FIESP, PAULO SKAF, é candidato pelo PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO.
O PCB faz campanha sob a INTERNACIONAL e chama seus candidatos de CAMARADAS.
Regime que até FIDEL diz ser inviável.
Existem o PT o PT do B e o PCO.
Tiririca (2222) está praticamente eleito; aparece em primeiro nas pesquisas.
Um voto de protesto irresponsável, já que carregará mais uns deputados da sua legenda (que nem anuncia em seu site oficial).
MALUF (1111) idem, aparece em segundo.
Será que os candidatos 3333 e 4444 também serão eleitos?
MARCELINHO CARIOCA está praticamente eleito. Vai bater um bolão do Parlamento.
Realmente, DANI, citado abaixo, tem razão: o que minha intervenção tem a ver com isso?!
Nada.
Mas traz beleza nesta nação ideologicamente perdida.
Eu não tinha revelado que DANI é DANIEL SCANDURRA, filho do grande EDGAR com a maior ainda TACIANA BARROS.
Por achar que a polícia poderia ir atrás dele.
Mas ele pede para que eu divulgue seu flicker e me escreveu:
“pode anunciar… pq não? qualquer coisa vou la e tiro, é uma intervençao pacifica, amistosa, sei la, fiz na paulista na frente de um monte de gente, e eles nem olharam… coloca o endereço do flickr no post se der, dá?!!”
Dá.
Ta aí: www.flickr.com/dscandurra

do Blog do Marcelo Rubens Paiva

22/09 - Dia Mundial Na Cidade Sem Meu Carro‏


Neste dia 22/09, comemora-se o
"DIA MUNDIAL NA CIDADE SEM MEU CARRO",
então vá para o seu trabalho ou escola de transporte coletivo,
de bicicleta, a pé ou de carona solidária...!
Engaje-se nesse movimento por uma Jaraguá do Sul ainda melhor!
Informações sobre transporte coletivo, consulte:

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Bacharel em Direito poderá fazer estágio por um ano

A Câmara analisa o Projeto de Lei nº 7653/10, do deputado Hugo Leal (PSC-RJ), que estipula prazo de um ano para realização do estágio profissional de Advocacia pelo bacharel em Direito. Segundo o projeto, o bacharel poderá fazer (ou manter) estágio por até um ano após colar grau no curso de Direito.

O projeto altera o Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/94), que atualmente determina apenas que o estágio profissional poderá ser cumprido por bacharel em Direito que queira se inscrever na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), sem fixar prazo de duração para a atividade.

De acordo com Hugo Leal, o projeto beneficiará os profissionais recém-formados em Direito, que não têm o direito de exercer atividades jurídicas enquanto não são aprovados no Exame de Ordem. "São milhões de profissionais com curso superior e experiência que ficam desempregados por meses até a conclusão de todas as etapas do exame", diz Leal.

O projeto tramita em caráter conclusivo. Esse é o rito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo.

O projeto perderá esse caráter em duas situações: a) se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); b) se, depois de aprovado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total).

Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário. e será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, inclusive no mérito.(Com informações da Agência Câmara).

Como é a redação atual do art. 9º do Estatuto da OAB e como ficará se houver a alteração:

Art. 9º - Para inscrição como estagiário é necessário:
I - preencher os requisitos mencionados nos incisos I, III, V, VI e VII do art. 8º;
II - ter sido admitido em estágio profissional de advocacia.
§ 1º - O estágio profissional de advocacia, com duração de dois anos, realizado nos últimos anos do curso jurídico, pode ser mantido pelas respectivas instituições de ensino superior pelos Conselhos da OAB, ou por setores, órgãos jurídicos e escritórios de advocacia credenciados pela OAB, sendo obrigatório o estudo deste Estatuto e do Código de Ética e Disciplina.
§ 2º - A inscrição do estagiário é feita no Conselho Seccional em cujo território se localize seu curso jurídico.
§ 3º - O aluno de curso jurídico que exerça atividade incompatível com a advocacia pode freqüentar o estágio ministrado pela respectiva instituição de ensino superior, para fins de aprendizagem, vedada a inscrição na OAB.
§ 4º - O estágio profissional poderá ser cumprido por bacharel em Direito que queira se inscrever na Ordem.

Alteração proposta

§ 4º - O estágio profissional de Advocacia poderá ser cumprido por bacharel em Direito com duração de até um ano após a colação de grau no curso de graduação em Direito.

Íntegra do projeto de lei.
Altera a Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que ‘dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para estipular em 1 (um) ano o estágio profissional para o bacharel em Direito.

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1º - Esta Lei altera dispositivo da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, que dispõe sobre o Estatuto da Advocacia e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), para estipular em 1 (um) ano o estágio profissional para o bacharel em Direito.
Art. 2º - O § 4º do art. 9º da Lei nº 8.906, de 4 de julho de 1994, passa a vigorar com a seguinte redação:
“§ 4º - O estágio profissional de advocacia poderá ser cumprido por bacharel em Direito com duração de até um ano após a colação de grau no curso de graduação em Direito.”
Art. 3º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

JUSTIFICAÇÃO

Este projeto tem por objetivo alterar o Estatuto da Advocacia para incluir os bacharéis em direito, cerca de 1,9 milhões, que estão impossibilitados de exercer atividades jurídicas enquanto não são aprovados em Exame de Ordem.

Sendo que, após a conclusão do curso de graduação, o bacharel fica aguardando, por meses, a conclusão de todas as etapas do Exame de Ordem para pode voltar a exercer a Advocacia.

Hoje, o Estatuto da Advocacia dá melhor tratamento aos estagiários, que podem exercer todos os atos de advocacia. Contudo, os bacharéis em direito não podem exercer o ofício, tendo que interromper todas as suas atividades. São milhões de profissionais com curso superior e com experiência que ficam desempregados.

Bom ressaltar, que o curso de ciências jurídicas é um dos poucos em que ao se formar o bacharel não possui profissão. Sendo que, os demais cursos superiores não necessitam de quaisquer exames para comprovação de aptidão, exercendo, assim, regularmente sua profissão ao término do período de formação acadêmica.

Diante da importância da matéria, estamos apresentando este projeto, solicitando o valioso apoio de nossos pares desta Casa para a rápida transformação da proposição que ora apresentamos em Lei.

Deputado HUGO LEAL (PSC-RJ).

Fonte: Espaço Vital (17/09/2010)

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Qual carro que combina com seu signo?

Astrólogo dá dicas de cores, carrocerias e itens opcionais para cada personalidade do zodíaco


Está na dúvida quanto a qual carro combina melhor com você? Talvez as estrelas possam ajudar. O Pense Carros conversou com o astrólogo Eduardo Krug, da Universidade Nacional da Paz (Unipaz), para saber quais os tipos de veículo que mais adequados para cada signo.

Escorpião (23/10 a 21/11)


Discreto e misterioso, escorpião gosta de carros pretos, em geral com vidros escuros que reservem alguma privacidade e intimidade a quem está dentro do veículo. O signo de água gosta de emoções em profundidade, por isso compartilha do gosto ariano pela potência e pela velocidade. O conforto para o escorpiano também é essencial, desde que os itens não sejam chamativos.

Escorpião gosta de carros pretos, como o Chevrolet Malibu da foto .

Para ver qual carro combina com o seu signo, acesse o site da  Revista Pense Carros